A Commvault anunciou hoje o “Commvault Minutes to Recovery”, uma simulação prática de resiliência cibernética que permite que participantes assumam o papel de hackers, executem ataques usando ferramentas de Frontier AI e, em seguida, se defendam e recuperem sistemas sob pressão. O serviço já está disponível no Brasil e é oferecido em seis idiomas, incluindo o português, em sessões presenciais de duas horas.
Ataques mais rápidos e necessidade de recuperação comprovada
Segundo a Commvault, a janela entre a descoberta de uma vulnerabilidade e sua exploração ativa caiu para 29 minutos em 2025, uma redução de 65% em relação ao ano anterior. A empresa afirma que as organizações precisam mais do que planos de recuperação – precisam comprovar sua prontidão para se recuperar. O Minutes to Recovery é uma simulação ao vivo que permite que equipes de segurança e TI testem sua prontidão contra ameaças de Frontier AI em condições reais. Na primeira etapa, os participantes criam um ataque impulsionado por IA. Na segunda, precisam se defender em tempo real, com informações incompletas. Na terceira, atuam como especialistas em recuperação, restaurando sistemas de forma limpa.
Indicador MTCR e benefícios para parceiros
O evento gera um indicador de Tempo Médio para Recuperação Limpa (MTCR), que mede a prontidão para recuperação com base no desempenho sob pressão, não em suposições documentadas. Anna Griffin, CMO da Commvault, afirmou que a questão deixou de ser “Temos um plano?” para “Podemos provar que ele funcionará sob pressão?”. O Minutes to Recovery também estará disponível por meio da rede global de parceiros da Commvault, incluindo a Kyndryl. Allen Downs, vice-presidente de Segurança e Resiliência da Kyndryl, destacou que a resiliência não é definida pelos planos criados, mas pelos cenários rigorosamente testados.






