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Webmotors entra em programa de caça de bugs

Empresa aderiu ao programa de recompensas por identificação de falhas da Bug Hunt, primeira plataforma brasileira de bug bounty
Da Redação
23/06/2021
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A Webmotors, que é a maior plataforma de negócios com veículos do Brasil, decidiu investir na localização de vulnerabilidades das suas aplicações expostas na internet. Para isso, aderiu ao programa de recompensas por identificação de falhas da Bug Hunt, que é a primeira plataforma brasileira de bug bounty (caça de falhas, problemas, vulnerabilidades). “Um dos principais atributos de nossa marca é ser um ambiente seguro para compradores e vendedores de veículos. Nosso objetivo é estar sempre um passo à frente das ações dos cibercriminosos, buscando a segurança dos dados dentro das nossas plataformas e implementando políticas, práticas e ferramentas de proteção”, explica Daniel Polistchuck, diretor de tecnologia da empresa.

A plataforma da Webmotors já tem um processo robusto de garantia da segurança da informação e já contava com as ferramentas e processos adequados a equipes em home office, mesmo antes e independente da pandemia, informou a empresa, explica o diretor: “O programa de Bug Bounty permite que tenhamos um time de hackers éticos com diferentes abordagens, fazendo testes nas aplicações para avaliação da segurança, com resultados bastante detalhados. Na nossa visão, o programa é complementar aos pentests que realizamos periodicamente. Entendemos ser uma solução extremamente relevante. Com as lições aprendidas, conseguimos orientar nosso time de desenvolvimento e arquitetura a criarem, por design, soluções ainda mais seguras e robustas”, completa.

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De acordo com a BugHunt, a Webmotors faz parte de um time de empresas que têm mudado sua percepção e estão interessadas na progressão dasua maturidade da segurança em seus processos e sistemas: “Isso é fundamental para que os negócios não parem, pois o cibercrime também evolui e, para conseguir acompanhar esta evolução, é preciso investir em cibersegurança. Atualmente, a melhor opção são os programas de recompensa por bugs, pois promovem pioneirismo no mercado”, ressalta Caio Telles, CEO da BugHunt..

Telles lembra que quando se fala em ‘hacker’, a reação da maioria das equipes de TI ainda é sentir receio. “Há tempos, esse termo é associado apenas aos criminosos da internet, que aproveitam brechas de segurança”, ressalta. No entanto, tem sido comum a propagação do hacker do bem, profissional que contribui para o aumento de segurança e estabilidade do sistema de um negócio.

Nos últimos meses, a BugHunt observou um aumento no interesse por programas de Bug Bounty, tanto por especialistas quanto por empresas. “Instituições dos mais diversos segmentos, como bancos e fintechs, marketplaces, empresas de varejo, startups de tecnologia, portais de notícias, operadoras de telefonia, indústrias e até mesmo grupos de educação têm nos procurado. Um dos nossos objetivos é democratizar o acesso à segurança e, por isso, está na nossa essência o atendimento de empresas de qualquer tamanho e segmento”, pontua Telles. Atualmente, a plataforma conta com mais de 4.600 especialistas inscritos e já identificou mais de mil falhas em organizações brasileiras.

Com informações da assessoria de imprensa

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