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Vivo anuncia SOC agêntico com tecnologia da Palo Alto

A Vivo anunciou hoje na Febraban Tech 2026 um SOC Agêntico baseado na plataforma Cortex XSIAM da Palo Alto Networks. A iniciativa incorpora agentes de inteligência artificial às operações da companhia para ampliar a capacidade de prevenção, detecção e resposta a ameaças, combinando a experiência da Vivo na gestão de serviços que protegem mais de 130 mil clientes corporativos com tecnologias de Managed Detection and Response (Unit 42 MDR), Extended Detection and Response (Cortex XDR) e recursos de automação e resposta agêntica da Palo Alto Networks.

O movimento para um modelo agêntico responde a um cenário em que ataques cibernéticos passaram a utilizar IA para automatizar invasões em escala, reduzindo drasticamente o tempo disponível para identificar e conter ameaças.

IA amplia velocidade de resposta a ataques

Com o uso de agentes de IA, o novo SOC amplia a capacidade de reação automática diante de incidentes, identificando, analisando e bloqueando ameaças em tempo real em velocidade impossível de ser alcançada apenas pela atuação humana, conforme a Vivo. Enquanto a IA assume as ações operacionais mais imediatas, os especialistas de segurança passam a concentrar esforços em atividades estratégicas, investigação avançada e tomada de decisão, fortalecendo a proteção de ambientes híbridos e multicloud.

Karina Baccaro, diretora de Negócios Corporate da Vivo, afirma que “a inteligência artificial está transformando a forma como as empresas operam e a maneira como os ataques cibernéticos acontecem”, e que a empresa quer “colocar essa mesma capacidade de inovação a serviço da proteção digital dos clientes”. A migração dos clientes atuais para a plataforma será realizada de forma planejada, mediante homologação e autorização prévia, com monitoramento 24/7 que integra analistas locais, centros globais de monitoramento do ecossistema da Telefónica e equipes especializadas explica o comunicado.

João Marques dos Santos, diretor sênior de Ecossistemas para América Latina da Palo Alto Networks, acrescenta que “os ataques cibernéticos movidos por IA se tornam mais rápidos e sofisticados, e a única maneira eficaz de combatê-los é combinando automação avançada e colaboração inteligente”.