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Trump ordena avaliação de riscos de segurança de drones chineses

Ordem executiva exige avaliação de segurança de todos os drones em uso pelo governo federal que tenham sido fabricados em países adversários
Da Redação
19/01/2021
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Ontem, antevéspera de sua saída da Casa Branca, o presidente dos EUA baixou uma ordem executiva para que seja avaliada a segurança de todos os drones em uso pelo governo federal que tenham sido fabricados em países adversários ou usem componentes fabricados nesses países. Mesmo sem declaração de nome, o movimento é contra a China, cujo maior fabricante, a DJI, é fornecedora de drones de variados portes para o mundo inteiro.

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Trump instruiu todas as agências dos Estados Unidos a delinearem os riscos de segurança impostos à frota governamental de drones a partir de drones construídos por empresas chinesas ou por outros países considerados adversários estrangeiros, incluindo Rússia, Irã e Coréia do Norte.

A ordem executiva considera que “os UAS (Unmanned Aircraft Systems) têm um enorme potencial para apoiar missões de segurança pública e nacional e estão cada vez mais sendo usados ​​pelos governos federal, estadual e local. UAS são usados, por exemplo, para auxiliar a aplicação da lei e apoiar os esforços de socorro em desastres naturais. Depender de UAS e componentes fabricados por nossos adversários, entretanto, ameaça nossa segurança nacional e econômica”.

A medida complementa outras tomadas anteriormente pelo governo. No mês passado, o Departamento de Comércio dos EUA adicionou a DJI, maior fabricante de drones do mundo, à lista negra do governo dos EUA, junto com dezenas de outras empresas chinesas.

Em janeiro de 2020, o Departamento do Interior dos EUA suspendeu sua frota de cerca de 800 drones de fabricação chinesa, mas disse que permitiria seu uso em situações de emergência. O secretário do Interior dos EUA, David Bernhardt, ordenou em outubro a suspensão das compras adicionais de drones feitos na China pelo departamento.

Com agências internacionais

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