A TI Safe apresenta neste mês o livro “Segurança cibernética de sistemas ciberfísicos: resiliência, conformidade e defesa cibernética em infraestruturas críticas conectadas”, assinado por Marcelo Ayres Branquinho (CEO) e Thiago Braga Branquinho (CTO) da companhia. A obra de 504 páginas, publicada pela Alta Books e já em pré-venda na Amazon, aborda a proteção de ambientes industriais e infraestruturas críticas em um cenário onde o Brasil concentra mais de 80% das tentativas de ataques cibernéticos na América Latina. O lançamento responde à crescente pressão sobre sistemas ciberfísicos que conectam automação, IoT, 5G, computação em nuvem e inteligência artificial em fábricas, cidades inteligentes e serviços essenciais.
Estratégia prática para proteção de sistemas conectados
O livro conecta conceitos de resiliência operacional, conformidade regulatória e defesa cibernética ao que efetivamente acontece no campo operacional. A abordagem busca traduzir a segurança de sistemas ciberfísicos para a realidade de ambientes altamente interconectados que sustentam operações críticas. “Ela nasceu da necessidade de traduzir a segurança cibernética de sistemas ciberfísicos para a realidade do campo operacional. Hoje, não estamos mais falando apenas de TI ou de automação isoladamente, mas de ambientes altamente interconectados, que sustentam fábricas, cidades inteligentes e infraestruturas críticas”, afirma Marcelo Branquinho, CEO da TI Safe.
A obra propõe metodologias práticas e estratégicas para projetar, proteger e operar sistemas ciberfísicos (CPS) em um momento marcado pela convergência tecnológica. Thiago Branquinho, CTO da companhia, observa que processos manuais ou modelos estáticos não são mais suficientes para defender infraestruturas críticas. “Entramos definitivamente na era da IA defensiva. Defender infraestruturas críticas com processos manuais ou modelos estáticos não é mais suficiente. Neste novo livro, mostramos como a IA pode e deve ser usada para ampliar visibilidade, antecipar ameaças e fortalecer a resiliência de sistemas ciberfísicos, sem perder aderência às normas e à realidade operacional”, diz.
Brasil lidera tentativas de ataques na América Latina
O lançamento ocorre em momento crítico para a segurança nacional. Dados recentes de relatórios globais indicam que o Brasil concentra mais de 80% das tentativas de ataques cibernéticos registradas na América Latina, com centenas de bilhões de investidas automatizadas ao longo do último ano. O país também figura entre os líderes mundiais em volume médio de ataques por organização, cenário que impacta diretamente regiões altamente digitalizadas como o Sudeste, onde se concentram indústrias, serviços essenciais, centros urbanos inteligentes e infraestruturas críticas conectadas.
Thiago Branquinho destaca que 2026 verá, mais do que nunca, ataques cibernéticos automatizados, adaptativos e orquestrados por inteligência artificial. A obra apresenta frameworks para implementação de IA defensiva em ambientes que integram tecnologia operacional e sistemas físicos, mantendo aderência a normas e regulamentações setoriais. O objetivo é auxiliar empresas a proteger operações essenciais em um cenário de ameaças cada vez mais sofisticadas, equilibrando visibilidade ampliada, antecipação de ameaças e resiliência operacional com os requisitos de conformidade exigidos para infraestruturas críticas. A segurança precisa evoluir na mesma velocidade da tecnologia que sustenta o mundo físico.






