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Veja o que não pode faltar no SASE

Fellipe Canale *
06/07/2021
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Os dados são o novo petróleo. Hoje em dia, ter acesso ao servidor que conecta os empregados de uma grande empresa pode ser tão valioso quanto entrar no cofre de um banco. Exatamente por isso, definir estratégias e políticas de implementação de segurança digital pode ser a diferença entre deixar seu cofre digital trancado a sete chaves ou vulnerável a ataques e invasões, que podem ter efeitos seríssimos.

Conforme vacinações avançam pelo mundo e um retorno a uma possível normalidade começa a ser discutido, muitas empresas analisam se um modelo híbrido de trabalho talvez não seja a melhor opção, tendo como base a experiência que esses últimos meses nos deram. Como será possível garantir que funcionários trabalhando de casa e no escritório tenham à disposição as mesmas ferramentas de proteção de seus dados e de dados corporativos?

Secure Access Service Edge (“fonte de serviço de acesso seguro”, em uma tradução adaptada), ou simplesmente SASE. De forma básica, consiste em um modelo onde todos os usuários conectados possuem acesso seguro à nuvem de dados da empresa sem a necessidade de um servidor central que armazene todas essas informações. Uma pesquisa da Forcepoint nos mostra que se trata de uma nova tendência de implementação, com 90% dos CEOs e 84% dos CISOS ouvidos afirmando que já adotam o SASE, ou que pretendem fazê-lo num futuro próximo.

Para que o modelo de SASE escolhido pela sua empresa seja realmente efetivo, existem três aspectos que devem ser avaliados se existem na proposta oferecida: DLP (data loss prevention) e CASB (cloud access security broker), que vão fazer o monitoramento das atividades na nuvem e aplicação das políticas de segurança, para avaliar possíveis violações de dados, além do Proxy, que vai agir como o intermediário entre o seu servidor e os outros.

Para que a transição para um modelo seguro de nuvem seja feita com os menores riscos possíveis, os dados sempre devem ser a prioridade. Dos e-mails de bom dia às informações financeiras mais sigilosas da sua empresa, eles representam o que uma corporação mais deve desejar proteger, e por isso as estratégias de segurança devem ser todas considerando-os em primeiro lugar.

*Fellipe Canale é Country Manager da Forcepoint Brasil

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