Riscos crescem, empresas brasileiras reforçam segurança

Estudo 2022 ISG Provider Lens Cybersecurity indica que as empresas brasileiras estão investindo mais em produtos e serviços de segurança cibernética por causa de alterações nas modalidades de trabalho, elevação do volume de ataques e exigências regulatórias
Da Redação
04/09/2022

Muitas organizações brasileiras priorizaram em 2022 projetos de segurança cibernética e investiram em novos produtos e serviços, ao mesmo tempo em que aceleraram a digitalização e a migração para a nuvem. As duas tendências levaram mais empresas a se envolverem com fornecedores de serviços de consultoria para planejamento estratégico e implementação, mostra o relatório 2022 ISG Provider Lens Cybersecurity — Solutions and Services. Novas regras de proteção de dados, ambientes de trabalho em mudança e crimes cibernéticos crescentes estão criando os novos desafios de segurança cibernética para as empresas brasileiras, diz o estudo.

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Dentro dessa perspectiva, o relatório avaliou os recursos e o desempenho de 67 fornecedores de produtos e serviços de cibersegurança do mercado brasileiro em seis dimensões: Identity and Access Management (IAM); Data Leakage/Loss Prevention (DLP); Data Security; Advanced Endpoint Threat Protection, Detection and Response (Advanced ETPDR); Technical Security Services (TSS); Strategic Security Services (SSS); e Managed Security Services (MSS).

O relatório apontou a IBM como líder em cinco quadrantes. Broadcom, ISH, Logicalis e Microsoft foram líderes em três quadrantes cada. Accenture, Agility, Capgemini, Deloitte e Trend Micro em dois quadrantes cada. CrowdStrike, Edge UOL, EY, Forcepoint, Kaspersky, Lumen, NTT, Okta, OpenText, PwC, RSA, senhasegura, Stefanini Rafael, Trellix, Unisys, Varonis, VMware Carbon Black e Wipro aparecem como líderes em um quadrante.

Accenture, HelpSystems, Micro Focus, NTT, Tempest e Trellix aparecem como Rising Stars, ou seja, empresas com um portfólio e desempenho promissores, na definição da consultoria ISG.

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