Relatório da Knowbe4 indica alta nas despesas com segurança

Pesquisa anual KnowBe4 Security Threats and Trends Survey ouviu profissionais de segurança, gerentes de TI e executivos C-Level de 600 empresas em 40 diferentes mercados de 18 países, incluindo o Brasil

Empresas de todo o mundo estão gastando mais com segurança cibernética e seus executivos consideram que elas estão agora mais preparadas do que um ano atrás. Essa é uma das conclusões da pesquisa KnowBe4 2019 Security Threats and Trends Survey, feita anualmente pela Knowbe4, a empresa fundada pelo engenheiro social Kevini Mitnick e dona de uma das maiores plataformas de simulações e treinamentos de phishing do mundo.

A pesquisa indica que a maioria das empresas – 86% – ampliou suas iniciativas de segurança durante os últimos 12 meses, para combater o aumento dos ataques de segurança cibernética. Quase nove em cada dez empresas – 89% – dizem que estão atualmente melhor equipadas para lidar com ameaças à segurança do que em 2018. As empresas pesquisadas são empresas de 40 diferentes segmentos de mercado, dos quais os cinco principais são: financeiro, manufatura, saúde, provedor de TI ou de serviços e organizações sem fins lucrativos. Os executivos ouvidos estão em 18 países, entre eles o Brasil.

Limitações

Embora mais preparadas, as organizações ainda enfrentam desafios para conseguir sucesso em suas iniciativas de segurança. Três quartos – ou 76% – das organizações dizem que a maior e mais persistente ameaça à segurança vem do “inimigo interno”. Ou seja, usuários finais descuidados, aqueles que clicam com facilidade em links maliciosos, colocando as organizações em maior risco de serem vítimas de phishing por e-mail, ransomware, esquemas fraudulentos e várias formas de malware. Além disso, 58% das organizações citam restrições orçamentárias como um desafio contínuo na atualização da segurança da empresa. Os dados indicam que em metade das firmas ouvidas o orçamento de cibersegurança alcança no máximo US$ 200 mil. Aquelas que têm orçamento de US$ 1 milhão ou superior são apenas 9%.

Quase a totalidade das organizações (96%) afirmam que os golpes de phishing por email representam o maior risco à segurança, seguidos por 76% que identificam o descuido do usuário final e 70% dos entrevistados que citam a engenharia social como a maior ameaça à segurança a ser enfrentada por suas empresas nos próximos 12 meses.

E, em sinal da crescente sofisticação da comunidade organizada de hackers, quase metade ou 46% dos entrevistados temem que suas organizações sejam vítimas de um ataque direcionado. Esse é um aumento de 11 pontos percentuais em relação aos 35% das organizações que consideraram os hackers direcionados como um perigo na Pesquisa de Tendências e Ameaças de Segurança de 2014 da KnowBe4.

A pesquisa pode ser baixada em

https://www.knowbe4.com/hubfs/KnowBe4%202019%20Security%20Threats%20and%20Trends%20Survey%20Report.pdf

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