Privacidade em finanças: 1/3 não planejam resolver esse risco

Da Redação
17/03/2020
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Pesquisa da Accenture com cem executivos de segurança dos mercados de capitais, bancário e de seguros na Europa e América do Norte mostra que 33% deles ainda não têm planos para resolver os riscos à privacidade

pesquisa accenture sobre riscos de privacidade

Um terço das organizações que operam serviços financeiros ainda não possui um plano claro ou os recursos para lidar com os riscos de privacidade relacionados aos dados dos clientes que podem ocorrer dentro dos próximos 12 meses. A conclusão está num novo relatório da Accenture, chamado “Privacidade em serviços financeiros: estatura e sustentabilidade na era da informação”, elaborado com entrevistas feitas com cem executivos de privacidade nos setores de bancos, seguros e mercados de capitais na América do Norte e Europa.

O objetivo do relatório foi descobrir como as empresas devem usam, armazenam e protegem os dados dos clientes diante dos regulamentos implementados recentemente, incluindo o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) da Europa e a Lei de Privacidade do Consumidor da Califórnia (CCPA), concedendo aos consumidores direitos explícitos à privacidade.

Privacidade é um risco importante

Segundo o relatório, sete em cada dez entrevistados (70%) vêem a privacidade como um risco importante para suas empresas, aumentando a necessidade de uma estratégia clara de privacidade. O relatório sugere que as empresas de serviços financeiros incorporem a privacidade na jornada geral do cliente, dando a eles clientes mais controle sobre seus dados e excluindo dados pessoais e informações mediante solicitação, já que quase três quartos (72%) delas usam o consentimento do cliente para personalizar produtos e serviços destinados a ele.

Quando perguntados sobre que riscos exigirão mais esforços de remediação nos próximos 12 meses, os entrevistados citaram com mais frequência o monitoramento de riscos de privacidade (51%), a precisão e a manutenção do processamento de registros / registros de ativos de informações (44%) e o gerenciamento e dados de registros retenção / exclusão (41%).

Direito ao esquecimento

Esses riscos são aumentados pelo “direito de apagar” do GDPR e do CCPA, tornando crítico o gerenciamento adequado de registros. Uma maneira de as empresas conseguirem isso, de acordo com o relatório, é usar ferramentas automatizadas para ajudar na descoberta de dados. O relatório observa que embora 76% dos participantes planejem elevar seus investimentos em privacidade nos próximos 12 meses, as empresas sem uma estratégia clara de privacidade podem falhar em obter o valor esperado desses investimentos – ao passo que aquelas com estratégias claras e cultura de conscientização da privacidade se diferenciam e constroem a confiança do consumidor.

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