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PMEs do Brasil lideram como vítimas de ransomware

Pesquisa global da Arcserve mostrou que entre as PMEs brasileiras 19% foram vítimas de ataque de ransomware com sequestro dos dados
Da Redação
29/06/2022

O Brasil tem as pequenas e médias empresas mais despreparadas para conter um ataque de ransomware, revela uma pesquisa da Arcserve distribuída hoje globalmente: num total de 19% das empresas os executivos admitiram que a empresa foi vítima de um ataque de ransomware; outros 38% afirmara que houve ataque mas ele foi contido. Os dois números somam 57%, um total que só perde para a Índia, com 62%.

O país que as PMEs mais bem preparadas é a França, onde os representantes de 57% delas disseram que não foram atacados, enquanto no Brasil o total de não atacados foi 44%. Com relação aos pagamentos, o valor exigido com mais frequência pelos criminosos às PMEs brasileiras esteve entre US$ 10 mil e US$ 100 mil, mas em 14% dos casos o pedido ficou entre US$ 1 milhão e US$ 10 milhões.

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Como resultado do ataque, perto de 11% das PMEs brasileiras pagaram o resgate pedido, enquanto 89% afirmaram ter conseguido recuperar os dados. Diante desse quadro, a pesquisa da Arcserve registrou que somente 17% dos entrevostados disser ter muita confiança em seus times para recuperar-se do incidente. As providências que serão tomadas pelas PMEs brasileiras serão principalmente aquisição de software de segurança (69%), além de treinamentos e certificações (47%). Apesar dessa resposta, em 58% dos casos a empresa pretende reorrer a backups em caso de novo ataque.

“Esses números não devem melhorar em breve. A triste verdade é que, apesar de gastar bilhões em ferramentas de segurança cibernética, as corporações ainda estão mal preparadas para enfrentar os ataques de ransomware”, comenta Caio Sposito, country manager para o Brasil da Arcserve, acrescentando que as empresas menores estão ainda menos bem preparadas.

Diante desse quatro, Caio Sposito aponta cinco passos que as organizações podem e devem tomar para minimizar os riscos de perda de seu mais precioso ativo: os dados, fortalecendo suas estratégias de recuperação de desastres, sistemas de backup e soluções de armazenamento imutáveis.

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