PF faz operação para prender hackers que invadiram STF

Ação ocorre em cinco cidades de três estados da federação, onde são cumpridos oito mandados judiciais, entre buscas e apreensões, e prisões temporárias
Da Redação
08/06/2021
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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira, 8, a Operação “Leet” para desarticular organização criminosa envolvida em ataques cibernéticos ao sistema do Supremo Tribunal Federal. Estão sendo cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária nas cidades de Itumbiara (GO), Bragança Paulista (SP), Belém do São Francisco, Jaboatão dos Guararapes e Olinda, essas três em Pernambuco. 

As investigações tiveram início após a identificação, por parte da equipe de tecnologia da informação do STF, de uma série de condutas suspeitas que indicavam que o sítio eletrônico da Suprema Corte estaria sob um ataque hacker, no dia 3 de maio.

No curso do inquérito policial foram identificados os endereços de onde partiram os ataques, bem como as pessoas que, de forma sistemática e organizada, praticaram os crimes ora apurados. Com as medidas judiciais cumpridas busca-se identificar demais partícipes e circunstâncias dos atos criminosos praticados.

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Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes previstos nos artigos 154-A, §3º e 288, ambos do Código Penal, com penas que, somadas, podem chegar a cinco anos de reclusão.

O termo Leet, também conhecido como eleet ou leetspeak, é uma alternativa ao alfabeto inicialmente usado para o idioma inglês, empregado principalmente na internet. Se utiliza de várias combinações de caracteres ASCII para substituir letras do alfabeto latino. É usado como um adjetivo para descrever proeza formidável ou realização, especialmente nas áreas de jogos on-line e em sua forma original, usada por hackers de computador. As informações são da Polícia Federal.

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