Perdas com software sem atualização podem chegar a US$ 1,25 milhão na AL

Companhias latino-americanas que atualizam regularmente os programas de seus computadores têm perdas 77% menores
Da Redação
15/12/2020
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest

Companhias latino-americanas que atualizaram regularmente os softwares de seus computadores têm perdas 77% menores comparadas àquelas que estavam tecnologia ultrapassada, de acordo com pesquisa global recente da Kaspersky. Segundo o levantamento, para as pequenas e médias empresas (PMEs), o prejuízo é de 51%. 

O estudo, intitulado “Como as empresas podem minimizar o custo de uma violação de dados” mostra ainda que quase metade das organizações latino-americanas (47%) usa pelo menos alguma forma de tecnologia desatualizada em sua infraestrutura.

Segundo o levantamento da Kaspersky, o prejuízo de um ciberataque para grandes corporações latinas com alguma tecnologia obsoleta — sistemas operacionais sem patches, softwares antigos e dispositivos móveis sem suporte — pode chegar a US$ 1,252 milhão (US$ 543 mil a mais do que aquelas que têm as suas tecnologias totalmente atualizadas, cuja perda é US$ 709 mil). 

Veja isso
Perdas com ataques de BEC em transferências bancárias sobem 48%
Maturidade em segurança limita prejuízo de violação a US$ 150 mil

Quanto às PMEs que utilizam tecnologia defasada, o custo de uma violação de dados na América Latina pode alcançar US$ 112 mil (US$ 38 mil adicionais em relação às que possuem as atualizações de software em dia, cuja perda é de US$ 74 mil).

Dentre os motivos apresentados para não atualizar as tecnologias, o mais comum é a incompatibilidade das atualizações com os aplicativos próprios (49%). Segundo os especialistas da Kaspersky, essa questão traz um alerta para que as organizações que desenvolvem software internamente busquem soluções para casos como esse, ou para quando utilizarem aplicativos muito específicos, com suporte limitado.

Os outros motivos apontados são que: os colaboradores se recusam a trabalhar com novas versões do software que usam (47%), ou que as tecnologias não são atualizadas porque pertencem a membros da diretoria (39%). 

Compartilhar:

Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest