Operadoras terão de usar autenticação de caller ID nos EUA

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Da Redação
01/04/2020
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Até 30 de Junho todas terão de implantar autenticação da identificação de chamadas com o padrão STIR / SHAKEN

Operadoras terão de usar autenticação de caller ID nos EUA

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A Federal Communications Commission (FCC), órgão regulador das telecomunicações dos EUA (equivalente da brasileira Anatel) anunciou ontem novas regras para a identificação de chamadas nas conexões de telefonia entre as operadoras americanas. Até 30 de Junho deste ano todas terão de implementar sistemas de autenticação do ‘caller ID’ no padrão do protocolo STIR / SHAKEN. O objetivo da FCC é conter o enorme número de chamadas de robôs utilizando falsos IDs e assim fazer com que o assinante atenda a chamada.

A FCC estima que os benefícios com a eliminação do desperdício de tempo e incômodo causados pelas chamadas ilegais excederão US $ 3 bilhões anualmente. Aliado à análise de chamadas, o STIR / SHAKEN, segundo a FCC, ajudará a proteger os consumidores americanos de esquemas fraudulentos de chamadas telefônicas que custam aos americanos aproximadamente US$ 10 bilhões anualmente. 

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O protocolo permite que as empresas telefônicas verifiquem se as informações de identificação de chamadas transmitidas na ligação correspondem ao número de telefone do chamador. A FCC espera dois resultados com essa implantação: reduzir a falsificação dos caller IDs; e permitir que a fiscalização identifique maus atores com mais facilidade, ajudando as operadoras a identificar chamadas com identificadores de chamadas falsificados antes que essas ligações cheguem aos assinantes.

O protocolo STIR / SHAKEN é considerado pelos especialistas a melhor proteção contra chamadas telefônicas indesejadas de robôs, um tema que tem afetado as empresas de telecomunicações do mundo inteiro, e sua implantação foi determinada após consulta pública em Junho de 2019.  

O protocolo funciona com certificados criptográficos para assinar o ID do chamador. As chamadas são assinadas pela rede de telecomunicações onde a chamada se originou e são verificadas pelo provedor de voz no qual a chamada se conecta – tudo por meio de um repositório de certificados remoto.

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