foto:ministério da defesa do brasil

Maior treinamento de ciberdefesa do hemisfério sul

Exercício Guardião Cibernético 3.0 (EGC) foi feito em São Paulo e Distrito Federal durante três dias desta semana
Da Redação
09/10/2021
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O Comando de Defesa Cibernética (ComDCiber), órgão central do Sistema Militar de Defesa Cibernética (SMDC), realizou entre terça e quinta-feira passadas (5 e 7 de outubro de 2021), em parceria com as Forças Armadas, o Exercício Guardião Cibernético 3.0 (EGC), considerado o maior treinamento para proteção cibernética do hemisfério sul.

O foco do exercício foi proteger, de ameaças virtuais, setores prioritários à segurança nacional, como Água, Energia, Telecomunicações, Finanças, Transporte e Nuclear, informou a Assessoria de Comunicação do Ministério da Defesa. O treinamento deste ano foi feito simultaneamente em São Paulo e no Distrito Federal.

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O Exercício Guardião Cibernético está na terceira edição e contou com 350 participantes, entre civis e militares, de 65 organizações. A atividade está alinhada às ações da Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (E-Ciber) para resguardar as infraestruturas críticas de interesse da Defesa Nacional.

Para viabilizar a execução do Exercício, este ano, foram firmados acordos de cooperação com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (SENAI-DF) e com empresas que atenderam ao chamamento público, sem ônus para a União. As empresas foram: Atech, Avibras, Cisco, Kryptus e Instituto Vegetius. O treinamento contou, ainda, com a participação de representantes dos Ministérios da Justiça e Segurança Pública, e das Relações Exteriores, além do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) e do Banco Central.

No Distrito Federal, as ações foram concentradas no Centro de Instrução de Guerra Eletrônica (CIGE), no Forte Marechal Rondon, em Sobradinho, próximo a Brasília. Ali foram montadas a maquete de uma usina hidrelétrica e salas de simulação virtual de ataque e de comando. Com a maquete foram utilizadas ferramentas que permitiam a reprodução de ataques nas áreas de tecnologia da informação e de operações. Por meio de um programa Simulador de Operações Cibernéticas (SIMOC), foram reproduzidos sistemas computacionais que costumam ser utilizados pelos especialistas dos órgãos e empresas participantes do Exercício Guardião Cibernético.

Com informações da assessocia de comunicação

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