banner senha segura
senhasegura
businessman-2365545_1280-1.jpg

ISC2 aponta estratégias para contratar e manter pessoal de cyber

Estudo recomenda que as organizações reavaliem suas práticas de formação e retenção de equipes de segurança cibernética
Da Redação
28/04/2021
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest

Os profissionais de recursos humanos precisam ajustar suas táticas de identificação de candidatos internos e externos para os cargos de cibersegurança. Devem adotar abordagens mais amplas, selecionar gente com requisitos específicos para suas funções, investir no treinamento e no desenvolvimento profissional de suas equipes de segurança cibernética, bem como comprometer-se a aprimorar e requalificar talentos já existentes para ajudar os membros da equipe. Essas recomendações fazem parte do “2021 Cybersecurity Career Pursuers Study”, que o (ISC)2 publicou ontem.

A pesquisa reflete as opiniões de 2.034 profissionais de segurança cibernética (profissionais) e candidatos a emprego em segurança cibernética (perseguidores) em todos os Estados Unidos e Canadá. As descobertas ajudam as organizações de RH a compreender as experiências daqueles que realizaram o trabalho e as expectativas daqueles que estão prestes a entrar na área. As recomendações incluem recomendar que as organizações adotem abordagens mais pragmáticas para a construção de equipes. Isso começa contando menos com o recrutamento de ‘unicórnios’ de cibersegurança com muitos anos de experiência, certificações avançadas e profunda perspicácia técnica ou com a obtenção de novos talentos exclusivamente de TI.

Veja isso
Mitos da carreira elevam carência de profissionais em cibersegurança
Pesquisa indica México e Brasil com piores salários em cyber

O relatório apresenta dez estratégias principais ​​para o RH . Outras descobertas destacadas são as seguintes:

  • Embora os profissionais de segurança cibernética tendam a ser altamente qualificados, apenas 51% possuem diploma em informática e serviços de informação. Menos da metade (42%) dos profissionais que responderam disseram que uma educação dedicada à segurança é crítica para uma função na segurança cibernética.
  • Embora os empregos de TI sejam a principal porta de entrada para as funções de segurança cibernética, esse caminho de entrada está mudando. Metade dos mais novos no campo (com menos de três anos de experiência) veio de uma formação em TI, em comparação com 63% daqueles com três a sete anos de experiência na área.
  • Por uma ampla margem, menos profissionais que são relativamente novos na área (menos de três anos) consideram a experiência em TI crítica (46%) do que seus colegas mais experientes (69%)
  • Veteranos militares e aqueles com experiência em aplicação da lei constituem 31% dos profissionais de segurança cibernética entrevistados, afirmando que essas experiências são áreas propícias para recrutamento
  • A segurança da nuvem foi avaliada por profissionais como a habilidade técnica mais importante que os novatos no campo deveriam aprender, enquanto a resolução de problemas era a “habilidade soft” mais bem avaliada que eles deveriam ter. Ambas as áreas foram simultaneamente as respostas mais bem avaliadas por perseguidores de carreira também.

A pesquisa está em https://www.isc2.org/Research/CareerPursuers

Com agências de notícias internacionais

Compartilhar:

Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest

Inscrição na lista CISO Advisor

* campo obrigatório