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Invasores do Twitter foram localizados nos EUA e Inglaterra

Um deles é menor de idade e mora na Flórida. Dos outros dois, um está também na Flórida e o terceiro na Inglaterra
Da Redação
03/08/2020
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A procuradoria federal dos EUA em São Francisco, município onde fica a sede do Twitter, anunciou na tarde da sexta-feira dia 31 de julho que três jovens são os acusados pela invasão de contas da plataforma, e pelo uso delas para aplicar golpes prometendo devolver em dobro solicitações de dinheiro. Numa nota distribuída à imprensa, a procuradoria informou que os acusados são:

  1. Mason Sheppard, também conhecido pelo handle de “Chaewon”, com 19 anos de idade e morador de Bognor Regis, a 90 quilômetros de Londres, foi acusado de conspiração para cometer fraude eletrônica, conspiração para lavagem de dinheiro e acesso intencional a um computador protegido.
  2. Nima Fazeli, conhecido como “Rolex”, de 22, de Orlando, Flórida, foi acusado de ajudar e favorecer o acesso intencional de um computador protegido.
  3. O terceiro acusado é um menor de idade, cuja identidade foi protegida pela procuradoria. No entanto, a mídia da Flórida informou que é Graham Ivan Clark, de 17 anos, fã de partidas do MineCraft. Ele foi preso e sua fiança estabelecida em US 725 mil (a mídia informa que ele teria o equivalente a US$ 3 milhões em bitcoins).

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Como alegado nas queixas e denúncias, o ataque ao Twitter consistiu em uma combinação de violações técnicas e de engenharia social. O resultadofoi o comprometimento de aproximadamente 130 contas pertencentes a políticos e celebridades, incluindo empresários e músicos – todos milionários.

As queixas alegaram que os hackers criaram uma conta de bitcoin para o golpe, e que depois de invadir as contas VIP do Twitter enviaram por meio delas solicitações de depósito em bitcoins, com uma falsa promessa de duplicar quaisquer depósitos. Só que depois eles roubaram os bitcoins que as vítimas depositaram na conta – que recebeu mais de 400 transferências no valor de mais de US $ 100.000.

O caso está sendo investigado pela Divisão de São Francisco do FBI, com assistência da Unidade de Cyber ​​de Investigação Criminal do IRS (a receita federal americana), o Serviço Secreto dos EUA, o Gabinete do Xerife do Condado de Santa Clara e sua força-tarefa REACT e o Departamento de Polícia da Flórida.

Com agências internacionais

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