airplane-422275_1280.jpg

Invasora liberou voo de aeronaves em manutenção

Lauren Lyde, uma mulher americana de 26 anos, é acusada de invadir os sistemas da Melbourne Flight Training School na Flórida
Da Redação
13/10/2021
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest

A norte-americana Lauren Lyde, de 26 anos, está sendo acusada de violar os sistemas da Melbourne Flight Training School, da Flórida, para deletar e falsificar dados das aeronaves da instituição. Como resultado da violação, o sistema permitiu que aeronaves com problemas de funcionamento voassem.

A invasão ocorreu em 12 de janeiro de 2021 mas as consequências foram a seguir descobertas pelo diretor geral da escola, Derek Fallon, que imediatamente impôs a proibição de voos. Cinco dias depois, ele foi à polícia e acusou Lauren Lyde do roubo.

“A aeronave, que pode estar com defeito e insegura, foi deliberadamente liberada para voar. Esta situação pode colocar vidas humanas em perigo”, disse Fallon.

Veja isso
Indústria da aviação carece de medidas coesas de cibersegurança, diz estudo
Empresas de aviação e viagens são novos alvos de RAT

A polícia conseguiu descobrir que as credenciais do aplicativo foram utilizadas indevidamente: a invasora entrou no sistema com o login e a senha da atual operadora de voo. Em seguida, os investigadores estabeleceram o endereço IP e o e-mail associado à conta. Eles pertenciam aos ex-funcionários da escola, a família de Lyde.

Lauren Lyde deixou o cargo de gerente de vôo no final de novembro de 2019, depois que a empresa demitiu seu pai. Poucos meses depois, ela invadiu os sistemas de sua antiga empresa, excluindo e alterando os registros, na tentativa de se vingar de seu antigo empregador. Isso é afirmado nas transcrições judiciais recebidas pelo Motherboard.

Segundo o pai, sua filha foi levada ao crime pelo relacionamento com o diretor da escola de aviação Fallon. “Fallon dormiu com ela, manipulou e mentiu para ela. Ela mal podia esperar para sair de lá. Ela estava com raiva do diretor quando ele me demitiu. Vocês não entendem o quanto ela passou por tormentos” – disse o pai da acusada no processo.

O pai da moça admitiu ter participado da invasão, mas não soube explicar o que fez.

Com agências de notícias internacionais

Compartilhar:

Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest

ATENÇÃO: INCLUA [email protected] NOS CONTATOS DE EMAIL

(para a newsletter não cair no SPAM)