Intel pesquisa segurança de produtos em lab secreto

A empresa tem nesse laboratório 3 mil dos seus produtos, que podem ser conectados online para seus pesquisadores buscarem e solucionarem falhas de segurança
Da Redação
30/11/2021
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Num laboratório construído na Costa Rica, a Intel tem 3 mil dos seus produtos, que podem ser conectados online, disponíveis para seus pesquisadores buscarem e solucionarem falhas de segurança. A informação foi dada na edição de ontem do Wall Street Journal: segundo a reportagem, dentro dos próximos 12 meses a empresa pretende dobrar a área de 1.300 para 2.500 metros quadrados.

A criação do laboratório ocorreu após os executivos consttarem que a empresa estava lançando muitos produtos a cada ano mas sem um método para catalogar e armazenar os mais antigos, para que os engenheiros pudessem testá-los em busca de falhas de segurança. Segundo a repeortagem do WSJ, alguns dispositivos, como os microprocessadores Sandy Bridge – lançados em 2011 e descontinuados em 2013 – eram tão escassos que os pesquisadores de segurança da Intel tiveram de adquirí-los no eBay.

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O laboratório (ao mesmo tempo depósito) armazena cerca de 3.000 itens de hardware e software, alguns a cerca de uma década. Como a Intel planeja expandir a área no próximo ano, quase dobrando o espaço, a instalação poderá abrigar 6.000 itens de informática. Para as experiências, os engenheiros da Intel podem solicitar uma máquina específica, em uma configuração de sua escolha. Em seguida, ela é montada por um técnico e se torna acessível por meio de serviços em nuvem. O laboratório funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, normalmente com cerca de 25 engenheiros trabalhando.

O laboratório está num local centralizado e seguro, onde os testes de segurança podem ser executados a partir de qualquer lugar do mundo. O acesso ao prédio é estritamente controlado e aprovado pelos gerentes, enquanto câmeras de vigilância vigiam o equipamento o tempo todo. Até mesmo sua localização é secreta – os representantes da Intel se recusaram a dizer onde exatamente ele está.

Com agências de notícias internacionais

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