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Funcionários são autorizados a recusar atualizações

Pesquisa da Kaspersky mostra que funcinários são autorizados a “pular” algumas atualizações e escolher quais podem ser feitas
Da Redação
17/06/2021
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Cerca de 25% dos funcionários brasileiros já reclamaram com as equipes de TI de suas empresas sobre a necessidade ou a frequência das atualizações de programas em seus dispositivos corporativos. Surpreendentemente, mais de 40% tiveram autorização para negar a instalação de atualizações de um software específico ou sistema operacional. Estas são algumas das conclusões da campanha “Dor de Cabeça” da Kaspersky, que estuda o comportamento dos usuários durante a atualização de seus dispositivos.

Nesse contexto, é preocupante que as equipes de TI autorizem funcionários a manter sistemas desatualizados. Aos 25% dos entrevistados no Brasil que reclamaram das atualizações, foram feitas mais duas perguntas: se eles foram autorizados a “pular” as atualizações (44% responderam que sim); e se puderam escolher quais atualizações seriam feitas (54% puderam escolher).

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Além de trazerem novas funcionalidades e resolver bugs no sistema, as atualizações têm papel importante na segurança corporativa, lembra Roberto Rebouças, gerente-executivo da Kaspersky no Brasil: “Essas brechas em programas ou sistemas operacionais permitem que pessoas não-autorizadas obtenham acesso à rede da empresa ou a dados confidenciais das organizações”. Ele explica que, ao permitir a existência de versões antigas nos dispositivos corporativos, as equipes de TI acabam criando elos fracos na segurança das organizações: “É como ter uma corrente com um elo remendado e usar uma abraçadeira de nylon para evitar a substituição da corrente”.

“Para quem não lembra, a epidemia do WannaCry, ransomware que explodiu em 2017 e gerou perdas de 4 bilhões de dólares em 150 países, teve sua disseminação massiva por causa de uma vulnerabilidade – que tinha correção, mas poucas empresas haviam instalado. Quatro anos depois, nosso relatório de ransomware mostra que esta ameaça ainda representa 16% das detecções em 2020. A razão do Wannacry ainda ser popular é porque as empresas estão com seus portões usando a corrente quebrada com uma abraçadeira de nylon – significa colocar uma placa “seja bem-vindo ladrão”, explica Rebouças.

O executivo ressalta que segurança de alto nível é feita em camadas e cada peça precisa ser forte para que a proteção final seja sólida.

Com informações da assessoria de imprensa

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