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EUA definem segurança para eleições de 2020

Da Redação
23/10/2019
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Agências do governo americano já definiram os planos para combater possíveis interferências nas eleições presidenciais do próximo ano no país

As agências do governo americano já definiram as estratégias para combater possíveis interferências nas eleições presidenciais do próximo ano no país. Membros de alto escalão dos Departamentos de Justiça e Segurança Interna, a Comissão de Assistência Eleitoral e o FBI descreveram aos deputados que compõem a Comissão de Justiça da Câmara dos Representantes dos EUA como planejam combater a interferência nas eleições presidenciais.

Um ponto comum nas estratégias apresentadas à comissão era a importância de colaborar com empresas de mídia social e de tecnologia para combater tentativas de pessoas ou governos de fora do país de usar as mídias sociais para influenciar o resultado da eleição.

A estratégia de segurança apresentada pela Comissão de Assistência Eleitoral se concentrou na colaboração e no compartilhamento de informações de segurança cibernética entre parceiros federais, estaduais e municipais, a fim de defender sua infraestrutura.

Uma estratégia definida em quatro frentes foi compartilhada pela Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura (CISA), braço de segurança cibernética do Departamento de Segurança Interna. O plano de ação da CISA é proteger a infraestrutura eleitoral e apoiar campanhas para aumentar a conscientização do público, aumentar a resiliência e identificar ameaças.

A CISA, através do EI-ISAC, fornecerá alertas de ameaças a todos os 50 estados e mais de 2 mil escritórios eleitorais municipais e distritais. Ela também fornecerá varreduras semanais de vulnerabilidades para 37 estados, 145 parceiros municipais, um distrito e dez parceiros do setor privado.

Já o FBI vai adotar uma abordagem tripla de segurança, que inclui investigações e operações, compartilhamento de informações e uma forte parceria com o setor privado. A polícia federal americana disse que as eleições de 2018 levaram a Força-Tarefa de Influência Estrangeira (FITF) a rever suas práticas. Com agências de notícias internacionais.

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