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EUA convocam reunião de cúpula sobre cyber

Eua reunirão aliados da OTAN e parceiros do G7 este mês, num total de 30 países para acelerar a cooperação no combate ao crime cibernético
Da Redação
01/10/2021
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O presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou hoje que seu país está fazendo parcerias estreitas com nações ao redor do mundo para combater ameaças cibernéticas. Ainda este mês haverá uma reunião de cúpula sobre o tema, reunindo “nossos aliados da OTAN e parceiros do G7. Este mês, os Estados Unidos reunirão 30 países para acelerar nossa cooperação no combate ao crime cibernético, melhorando a colaboração da aplicação da lei, impedindo o uso ilícito de criptomoeda e engajando-se nessas questões diplomaticamente”, afirmou ele.

Biden acrescentou que os EUA estão “construindo uma coalizão de nações para defender e investir em tecnologia 5G confiável e para proteger melhor nossas cadeias de abastecimento. E estamos trazendo toda a força de nossos recursos para interromper a atividade cibernética mal-intencionada, incluindo o gerenciamento de riscos e oportunidades de tecnologias emergentes, como computação quântica e inteligência artificial. O governo federal precisa da parceria de todos os americanos e de todas as empresas americanas nesses esforços. Devemos bloquearnossas portas digitais – criptografando nossos dados e usando autenticação multifator, por exemplo – e devemos construir tecnologia com segurança desde o projeto, permitindo que os consumidores entendam os riscos nas tecnologias que compram. Porque as pessoas – desde aqueles que desenvolvem tecnologia até aqueles que desenvolvem tecnologia – estão no centro do nosso sucesso”.

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Biden afirmou em discurso celebrando o dia da segurança cibernética que está “empenhado em fortalecer nossa segurança cibernética, fortalecendo nossa infraestrutura crítica contra ataques cibernéticos, interrompendo redes de ransomware, trabalhando para estabelecer e promover regras claras para todas as nações no ciberespaço e deixando claro que responsabilizaremos aqueles que ameaçam nossa segurança”.

Com informações da Casa Branca

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