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Empresas eliminam firewalls legados por ineficácia contra ciberataques

Organizações estão procurando substituir firewalls legados por soluções de segurança mais modernas, mais econômicas e mais flexíveis
Da Redação
28/10/2020
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Mais de 60% das organizações acreditam que os firewalls legados são ineficazes na prevenção de ataques cibernéticos contra aplicativos, datacenters e dados na nuvem, revela um novo relatório do Instituto Ponemon. Por isso, 53% dos entrevistados estão procurando substituir firewalls legados por soluções de segurança mais modernas, mais econômicas, que ofereçam maior flexibilidade e possam corresponder à velocidade e agilidade que a transformação digital exige.

O relatório, intitulado “Repensando Firewalls: Segurança e Agilidade para a Empresa Moderna”, conduzido pela Ponemon para a Guardicore, entrevistou mais de 600 profissionais de segurança nos EUA para saber sobre como os firewalls legados são usados hoje ​​nas empresas. Uma vez que a transformação digital e a rápida adoção da infraestrutura em nuvem expandiram os limites das ferramentas tradicionais de segurança de rede — as tecnologias de segurança legadas, como rede e firewalls de ‘próxima geração’ — dificultam a agilidade e falham na proteção de dados e aplicativos, seja em data centers ou ambientes de nuvem, diz o relatório.

Principais conclusões do estudo

Firewalls legados não conseguem trabalhar com Zero Trust: o conceito de zero trust surgiu para possibilitar às organizações maior eficácia na proteção de infraestrutura em nuvem, workloads e aplicativos. De acordo com o relatório, 49% dos entrevistados implementaram um modelo limitado de segurança zero trust, enquanto 63% acreditam que os firewalls legados de suas organizações estão falhando em permitir a adoção de zero trust em toda a empresa.

Firewalls falham durante ataques, deixando as organizações vulneráveis: as tecnologias de segurança legadas falham em minimizar a superfície de ataque e deixam cada vez mais as organizações vulneráveis ​​a ataques cibernéticos. Sessenta e um por cento dos entrevistados disseram que os firewalls de suas organizações não poderiam barrar uma violação do perímetro do data center, enquanto 64% acreditam que os firewalls legados são ineficazes contra ataques modernos, como o ransomware.

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Firewalls legados comprometem a agilidade e têm manutenção dispendiosa: as organizações acreditam que os firewalls dificultam a transformação digital, não oferecendo a flexibilidade e a velocidade necessárias para ambientes modernos. Cinquenta e sete por cento dos entrevistados indicam que a alteração de regras do firewall em função de uma atualização ou novo aplicativo pode levar de três semanas a mais de um mês. Razões como essa levam 53% das organizações a se afastarem dos firewalls, devido a seus custos e complexidade.

“As descobertas do relatório mostram que a preocupação número um dos compradores de firewalls é conseguir fazer com que os firewalls de última geração funcionem em seus ambientes. À medida que as organizações migram para a nuvem, os firewalls legados não têm escalabilidade, flexibilidade ou confiabilidade para proteger esses ambientes, aumentando os custos e deixando de reduzir a superfície de ataque”, disse Larry Ponemon, presidente e fundador do Instituto Ponemon.

“Como resultado, as organizações estão chegando à conclusão de que os firewalls simplesmente não valem o tempo e esforço e, na verdade, estão impactando negativamente as iniciativas de transformação digital. Isso está levando a uma mudança em direção a soluções de segurança modernas, como a microssegmentação, capaz de oferecer segurança de maneira mais eficaz na borda”, completa ele.

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