Empresas e governo despreparados para guerra cibernética

Paulo Brito
28/08/2014
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Empresas e governo despreparados para guerra cibernética
Rodrigo Fragola, CEO da Aker

“As empresas brasileiras se encontram tão vulneráveis quanto os órgãos de Governo, em relação à Segurança Digital, e precisam encarar esse problema com o mesmo nível de preocupação que hoje mobiliza o exército e as forças de inteligência do Estado”.
A afirmação é do especialista em guerra cibernética e Segurança Digital Rodrigo Fragola, que preside a empresa nacional de segurança Aker Security Solutions. Com sede em Brasília e cerca de 200 parceiros no País, a Aker é uma das seis empresas brasileiras que já receberam a credencial “Certics”, criada pelo Governo Federal para atestar a nacionalidade desse tipo de tecnologia. No início do mês de agosto, a Aker passou também a ser a primeira fabricante nacional de sistemas de proteção (Firewall UTM) a figurar no exigente “Quadrante Mágico” da consultoria global Gartner.
Sob a rubrica “Guerra Cibernética: Espionagem Digital e a Importância da Indústria Brasileira”, Rodrigo Fragola defendeu seus pontos de vista em palestra para uma plateia de gestores de segurança da informação, especialistas em defesa e “hackers éticos” durante o evento Secure Brasil, dia 26, no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo.
Durante a apresentação, Fragola fez uma análise mostrando de que modo o mundo está organizado em relação à espionagem eletrônica, seus atores, ferramentas eletrônicas e políticas utilizadas. Além disso, abordou o posicionamento do Brasil nesse contexto e explicou como essa questão influencia a economia e a política nacionais e a vida privada do cidadão brasileiro.
“É crucial que as empresas avaliem se estão realmente precavidas contra o arsenal de ferramentas utilizadas pelo cibercrime e pela quebra ilícita de sigilo. Existe um plano eficaz de segurança? As tecnologias de proteção estão sendo utilizadas corretamente e são suficientemente elaboradas (e independentes de interesses externos) para resistir à crescente sofisticação dos ataques?”, são algumas das questões apresentadas pelo Presidente da Aker.

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