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Educação sofre 380 ataques por semana no Brasil

Em 94% dos países analisados, a educação está entre os três setores mais atacados segundo pesquisa da Check Point
Da Redação
03/09/2021
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O setor de educação, combinado com o de pesquisa, foi o mais visado em julho de 2021, segundo observou a Check Point no monitoramento de seus clientes: houve uma média de 1.739 ataques semanais em cada organização. No Brasil, durante o mês de julho, o número de ataques semanais por organização aumentou 19%, totalizando uma média de 377 ataques; é o 17° país mais visado por esta tendência de ataque ao setor de educação.

Em termos globais, os números representam um aumento de 29% em relação ao primeiro semestre de 2021. Em mais da metade dos países avaliados, educação é o setor mais atacado em 94% deles, posicionado entre os três setores mais atacados (os outros dois setores são Governo/Militar e Comunicações, respectivamente). Desde meados de 2020, a empresa tem verificado um aumento constante no número semanal de ciberataques contra organizações de educação e pesquisa no mundo inteiro, seu a taxa mais elevada na comparação com outros setores.

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Dados de julho da Check Point Research demonstram que os cibercriminosos têm tirado proveito da incerteza perante o futuro dos modelos educativos – duas realidades impulsionadas pela pandemia e, mais recentemente, pela variante Delta. Escolas, universidades e centros de pesquisas estão entre as instituições visadas. Pessoas que fazem login em plataformas remotas utilizando os seus dispositivos pessoais e partindo de localizações muitas vezes desprotegidas são as principais vítimas.

Por país, em julho de 2021, as organizações do setor de educação e pesquisas na Índia experimentaram o maior volume de ataques, com uma média de 5.196 ataques semanais por organização. Isso representa um aumento de 22% em relação ao primeiro semestre de 2021. Em seguida vem a Itália, que teve uma média de 5.016 ataques semanais por organização (aumento de 70%); Israel, com 4.011 ataques semanais (aumento de 51%); Austrália, com 3.934 ataques semanais (aumento de 17%); o Brasil aparece em 17° lugar.

Com informações da assessoria de imprensa

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