Ciberataques devem aumentar nas festas de fim de ano

Kaseya, US Colonial Pipeline e JBS são apenas alguns exemplos de empresas que foram vítimas de um ataque cibernético durante um fim de semana prolongado
Da Redação
03/12/2021
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Todo mundo adora um final de semana prolongado e os feriados, mas essas datas especiais também figuram no calendário dos cibercriminosos. Essa preferência deve-se ao fato de que, uma vez que um ciberataque consiga acessar uma rede corporativa durante um feriado, a infecção terá mais tempo para se espalhar, já que a maioria dos escritórios se encontrarão vazios, tornando mais fácil que tal ataque passe despercebido. À medida que se aproxima o período de festas de final de ano e as férias, a Check Point Software Technologies faz um alerta sobre os perigos de se baixar a guarda em relação à cibersegurança durante o tempo de inatividade ou redução das equipes no escritório.

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Essa tendência não é nova. O FBI e a Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura (CISA) dos já alertaram sobre seus perigos na esteira dos ataques em grande escala ocorridos neste ano nos Estados Unidos. Em 4 de julho, Dia da Independência, o ataque cibernético à Kaseya , uma empresa de software de gerenciamento de TI para MSPs, sofreu um ataque massivo que afetou 1.000 empresas, com vítimas identificadas em pelo menos 17 países.

O devastador ciberataque ao oleoduto US Colonial Pipeline – que fornece cerca de 45% do combustível em toda a costa leste dos Estados Unidos – foi realizado no final de semana do Dia das Mães naquele país. Como resultado desse ataque de ransomware, a organização foi forçada a encerrar suas operações para lidar com a ameaça. Na sexta-feira anterior ao fim de semana do Memorial Day, foi a gigante da carnes JBS que foi forçada a pagar o equivalente a US$ 11 milhões em Bitcoins como resgate para remediar um ataque cibernético.

Durante um período de férias ou de fim de semana prolongado, as empresas geralmente operam com uma equipe reduzida, com menos funcionários à procura de qualquer tipo de incidente. Isso torna mais fácil para os cibercriminosos operarem de várias maneiras. Por um lado, permite que o ransomware seja totalmente implantado antes que alguém perceba e, por outro, causa mais pânico durante as operações de resposta, especialmente se as equipes de TI da empresa atacada não estiverem disponíveis para responder. Isso, por sua vez, poderia aumentar as chances de um pedido de resgate ser pago.

“Finais de semana prolongados criam as condições perfeitas para que os cibercriminosos causem o máximo de danos. Os usuários precisam levar em consideração o fato de que, neste momento, tudo está ‘paralisado’, então, no instante em que os criminosos ganham acesso à rede, há muito mais tempo para estender o ataque e atingir um grande número de computadores e seus dados. Este é um dos motivos pelos quais é fundamental ter uma boa estratégia de prevenção da cibersegurança e não esperar que o dano já esteja feito para resolver o problema “, explica Claudio Bannwart, diretor regional da Check Point Software Brasil.

Com informações da assessoria de imprensa

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