Cybercomando americano convocará reservistas

Paulo Brito
23/09/2014
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Israel quer virar ciberpotência O governo de Israel está oferecendo incentivos para empresas de cibersegurança novas ou existentes com o objetivo de se tornar uma potência cibernética global. O gabinete israelense aprovou o oferecimento de incentivos fiscais para as empresas dispostas a criar ou mudar seus negócios para um novo parque cibernético nacional no deserto de Negev. O país tem a esperança de reforçar o seu status de cibersegurança e ciberdefesa "através de parcerias estratégicas, investimentos e emprego esperados a partir do hub de alta tecnologia que está sendo construído em Beersheba". Eviatar Matanya, diretor do National Cyber Bureau de Israel (NCB), tem vários objetivos em mente com este plano: "Este é um passo que irá fortalecer a nossa segurança nacional e beneficiar a indústria israelense. Nosso objetivo é criar 3.000 empregos nos próximos 10 anos. A redução de impostos é um grande motivador para as empresas e ajudará a impulsionar a indústria de segurança cibernética de Israel num futuro muito próximo. O plano para o parque cibernético deve incluir o deslocamento de unidades de inteligência militar chave e laboratórios de desenvolvimento de tecnologia e a criação de um novo comando cibernético. Está planejada ainda uma ferrovia de alta velocidade ligando o novo hub cibernético a localidades na costa do Mediterrâneo e no Mar Vermelho".
Unidade de ciberdefesa em Israel

Depois de meses de batalha burocrática, o Pentágono está finalizando um plano para dar aos reservistas um papel, ainda que limitado, na cibertropa em desenvolvimento nas forças armadas americanas. O esforço do US Cyber Command para construir uma força com 6.200 combatentes cibernéticos, divididos em 133 equipes operacionais, tem sido um cabo-de-guerra entre os componentes ativa e da reserva no Departamento de Defesa. Os defensores do pessoal da reserva dizem que a missão é única, pois muitos reservistas têm carreiras civis do setor de tecnologia e são muito mais hábeis em operações cibernéticas que muitos soldados da ativa, transferidos de áreas militares tradicionais de carreira. Mas alguns líderes militares da ativa estão relutantes em compartilhar a “sexy” missão cyber, que vem com salários e empregos que serão amplamente protegidos de cortes orçamentários, disse o almirante Michael Rogers, comandante do CYBERCOM.

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