Há um ataque incessante de jamming contra sinais de GPS, que prejudicaram as manobras de mais de 1.100 navios no Estreito de Ormuz, no Oriente Médio, desde os primeiros ataques conjuntos EUA-Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro. A empresa de inteligência marítima Windward afirmou, em um relatório, que ataques de interferência contra os sinais de GPS ou contra o Sistema de Identificação Automática (AIS) de embarcações fizeram com que os navios aparecessem em locais incorretos nos mapas, incluindo em território iraniano, em aeroportos e dentro de uma usina nuclear.
A interferência em GPS já era comum na região antes do início da guerra, mas a Windward agora está rastreando “pelo menos 21 novos focos de interferência em AIS nas águas dos Emirados Árabes Unidos, Catar, Omã e Irã”. Os pesquisadores observam: “O tráfego pelo Estreito de Ormuz diminuiu, com alguns petroleiros ligados ao Ocidente transitando às escondidas ou invertendo o curso”.
A Amazon revelou que ataques de drones iranianos danificaram três de seus data centers da AWS nos Emirados Árabes Unidos e um no Bahrein, causando extensas interrupções nos serviços em nuvem, segundo a BBC. Em um comunicado, a empresa informou: “Esses ataques causaram danos estruturais, interromperam o fornecimento de energia à nossa infraestrutura e, em alguns casos, exigiram ações de combate a incêndios que resultaram em danos adicionais por água. Estamos trabalhando em estreita colaboração com as autoridades locais e priorizando a segurança de nossa equipe durante todos os esforços de recuperação.”






