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Brasil sobe para 18º lugar no índice global de cibersegurança

País é também o terceiro colocado nas Américas na questão da segurança cibernética, ficando atrás apenas dos EUA e Canadá
Da Redação
08/07/2021
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O Brasil avançou 53 posições no Índice Global de Segurança Cibernética (GCI) de 2020, elaborado pela União Internacional de Telecomunicações (ITU), saltando da 71ª posição registrada na edição de 2018 do relatório para o 18º lugar.

O relatório mostra os EUA em primeiro, e Reino Unido e Árabia Saudita, empatados em segundo na lista. O Brasil é também o terceiro colocado nas Américas na questão da segurança cibernética, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (1º lugar) e Canadá (2º lugar).

O estudo não detalha a razão desse salto do Brasil, embora uma das principais diferenças entre o cenário em 2018 e agora seja a melhoria do ambiente legal, com a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

Para definir o ranking, o estudo fez 82 perguntas que se enquadraram dentro de cinco pilares: medidas legais, medidas técnicas, medidas organizacionais, medidas de desenvolvimento de capacidade e medidas de cooperação.

O GCI foi lançado em 2015 para medir o compromisso de 193 Estados Membros da ITU e do Estado da Palestina com a segurança cibernética para ajudá-los a identificar áreas de melhoria e incentivar países a agir, por meio da conscientização sobre o estado da segurança cibernética em todo o mundo

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O estudo aponta que o mundo todo tem mostrado compromisso crescente para enfrentar e reduzir as ameaças à segurança cibernética. “Os países estão trabalhando para melhorar a segurança cibernética, apesar dos desafios da covid-19 e da rápida mudança das atividades cotidianas e dos serviços socioeconômicos para a esfera digital”, diz o relatório.

De acordo com o GCI 2020, cerca de metade dos países em todo o mundo afirmam ter formado uma equipe nacional de resposta a incidentes com computadores (CIRT, na sigla em inglês), indicando um aumento de 11 por cento desde 2018. A rápida captação de tecnologias de informação e comunicação durante a pandemia do Covid-19 colocaram a segurança cibernética em primeiro plano

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