Brasil entra em 2022 com alto risco cibernético

Cenário está previsto para 2022 no relatório anual de riscos globais da consultoria Control Risks
Da Redação
17/11/2021
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É bem ruim o cenário previsto para 2022 no relatório anual de riscos globais da Control Risks, uma respeitada consultoria especializada presente em 150 países, entre os quais o Brasil. Uma das conclusões fundamentais é de que defender-se das ameaças cibernéticas deve se tornar uma questão de sobrevivência para as organizações. Nesse cenário, o risco tem cinco graus: muito baixo, baixo, médio, alto e extremo. O Brasil aparece com grau “alto“.

A maioria dos executivos (81%) que participou da pesquisa espera que o cenário de ameaças cibernéticas se deteriore significativamente no ano que vem. O estudo, que analisa riscos de Segurança, Política, Terrorismo, Cibernético e Operacional, diz na sua apresentação:

“Os Estados não estão conseguindo impedir o comportamento agressivo, à medida que as capacidades cibernéticas ofensivas proliferam entre um número crescente de atores estatais e não estatais. As seguradoras estão questionando a viabilidade de oferecer cobertura para eventos cibernéticos perturbadores. Onde tudo isso acaba? Quase inevitavelmente, com o setor privado se defendendo – sozinho – contra ameaças cibernéticas que estão saindo do controle”.

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O relatório pondera que Como a dissuasão de estado para estado se mostra ineficaz, a espiral de ameaças cibernéticas crescentes “rivalizará com o impacto do COVID-19 para líderes de negócios e equipes de segurança em 2022. Esses dois fenômenos se alimentam mutuamente, pois a falta de fiscalização fornece espaço para ataques de alto impacto”.

O mais preocupante em 2022, afirma o estudo, é a tendência de rápido avanço da colaboração aberta entre os estados e os cibercriminosos e o número crescente de maneiras pelas quais os estados estão aproveitando seus talentos cibercriminosos cultivados internamente. Estados como a Rússia, o Irã e a Coreia do Norte se envolveram diretamente na criminalidade ou colaboraram com cibercriminosos domésticos por vários anos.

Com informaçoes da assessoria de imprensa

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