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Executivos optam por zero trust ao migrar cargas para nuvem

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Com a rápida transição para o trabalho remoto forçada pela pandemia, empresas de todos os tamanhos estão considerando adotar uma arquitetura de confiança zero – ou zero trust. Para avaliar o impacto dessa transição na estratégia de segurança e nas operações de empresas, a Cloudflare encomendou à Forrester uma pesquisa sobre o assunto. 

Foram ouvidos no mundo inteiro 317 executivos que tomam decisões nas empresas, e a conclusão é de que elas não estavam preparadas para esse tipo de mudança. Em compensação, isso levou o tema da segurança para as conversas de  diretoria. A consequência é que esses mesmos executivos identificaram a Zero Trust como a melhor abordagem para elevar o nível de segurança da empresa. 

Os resultados do estudo indicaram que 75% dos entrevistados experimentaram uma mudança “extrema” ou “significativa” em 2020. Um total de 64% disseram que entre essas mudanças extremas as maiores aconteceram receita e planejamento das empresas. Outras conclusões: 53% disseram que mudou a forma como os clientes fazem negócios; e 52% aceleraram a mudança para um modelo de trabalho distribuído. Em resposta a essas mudanças, os líderes executivos – e não apenas líderes de segurança – estão investindo na aceleração de seus esforços de transformação e adoção de segurança Zero Trust.

Claro que esse movimento não é uniforme: Embora todas as empresas pesquisadas estejam gastando dinheiro em tecnologia, empresas menores (<1000funcionários) estão sendo um pouco mais frugais. Organizações maiores (mais de 1.000 funcionários) são mais propensas a comprar soluções pontuais, enquanto organizações menores tendem a ser mais estratégicas em seus gastos.

Os motivos para o investimento ficaram bem claros nas respostas: 58% por cento dos entrevistados tiveram uma violação de dados em 2020 e 55% um aumento nas tentativas de phishing. Pior ainda, o tempo de inatividade dos funcionários também é caro para os negócios: 33% por cento dos entrevistados relataram que interrupções na infraestrutura limitaram as habilidades dos funcionários para se manterem conectados aos aplicativos da força de trabalho e 46% relataram problemas de latência devido à conectividade com VPN.

O estudo conclui que todas as empresas tiveram de se tornar digitais da noite para o dia. Em resposta, os líderes de segurança estão:

• Adotando Zero Trust para melhorar a experiência do funcionário: as empresas planejam se concentrar em segurança no acesso do desenvolvedor, implementação de melhores programas BYOD e melhoria na visibilidade das cargas de trabalho em nuvem e aplicativos da força de trabalho.

• Começando a levar Zero Trust a sério: 82% dos entrevistados disseram que sua empresa está decidida a migrar para o Zero Trust, o que deu aos CISOs visibilidade no nível do conselho (49%). Mas apenas 39% das empresas executaram um piloto orientado para Zero Trust este ano.

• Buscando vitórias de curto e longo prazo: pequenas e grandes empresas exibem o mesmo nível de motivação para abraçar Zero Trust. As empresas deveriam priorizar soluções de segurança fornecidas pela nuvem que permitem progresso incremental rápido ao longo da jornada

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