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Ataques ao TSE foram disparados do Brasil, EUA e Nova Zelândia, diz Barroso

Segundo o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, ataque consistiu em 436 mil tentativas de acesso simultâneas por segundo
Erivelto Tadeu
16/11/2020
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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, falou em coletiva de imprensa nesta segunda-feira, 15, que o ataque distribuído de negação de serviço (DDoS – Distributed Denial of Service) consistiu em 436 mil tentativas de conexões simultâneas por segundo na manhã de domingo, dia do primeiro turno das eleições municipais, com objetivo de derrubar o sistema do Tribunal Superior Eleitoral. De acordo com o ministro, os disparos massivos foram provenientes do Brasil, Estados Unidos e Nova Zelândia.

Barroso reafirmou que o ataque foi totalmente neutralizado pelos sistemas de segurança. “O ataque não conseguiu ultrapassar as barreiras e foi devidamente repelido pelos nossos mecanismos de segurança”, afirmou. Ele disse que pediu também à PF que investigue o vazamento de dados antigos, de mais de dez anos, de ex-ministros e ex-funcionários do tribunal.

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Segundo Barraso, esse vazamento se deu em “data pretérita”, ainda não identificada, mas foi divulgado no domingo como forma de desacreditar o sistema de informática do tribunal. “Assim que eles foram vazados, milícias digitais entraram imediatamente em ação tentando desacreditar o sistema. Há suspeita de articulação de grupos extremistas, que se empenham em desacreditar as instituições, clamam pela volta da ditadura. E muitos deles são investigados pelo Supremo Tribunal Federal”, declarou.

Barroso disse que conversou sobre o inquérito na manhã desta segunda-feira com o diretor-geral da Polícia Federal, delegado Rolando Alexandre de Souza. “Pedi a ele a investigação que se justifica nesse caso, uma investigação séria e ampla”, afirmou.

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