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Relatório oda Forcepoint destaca evasão, ameaças internas e ransomware

A Forcepoint, líder global em capacitar organizações a impulsionarem seus negócios através de tecnologias transformadoras com segurança, divulgou o Relatório Global de Ameaças Forcepoint® para 2016, onde detalha algumas das mais recentes ameaças em evolução e identificadas a partir de mais de três bilhões de pontos de dados por dia, em 155 países no mundo. 

 

O relatório de 2016 analisa o impacto de:

·         Uma nova marca de campanha realizada por um botnet batizado de “Jaku” pela Forcepoint, que foi descoberto como resultado de uma investigação de seis meses pela equipe de Investigações Especiais (SI) da Forcepoint.

·         Uma nova onda oportunista de ransomware, ferramentas antimalware e problemas causados pela constante dissolução de perímetros, que estão criando grandes desafios aos profissionais de cibersegurança e as organizações que pretendem proteger.

·         O crescimento das violações de dados corporativos causadas por meios maliciosos e não intencionais.

·         Controles de segurança inconsistentes entre provedores de nuvem e empresas, que complicam o processo de proteção dos dados

·         A convergência contínua dos vetores de ataques via email e Web, com nove de cada dez emails indesejados sendo enviados contendo uma ou mais URLs e milhões de macros maliciosas.

“A rápida evolução do ambiente de ameaças virtuais tem consequências mais amplas que apenas técnicas, operacionais ou financeiras – podendo impactar todas as áreas dos negócios”, disse Dr. Richard Ford, Cientista Chefe da Forcepoint.  “Com esse Relatório de Ameaças, queremos desmistificar as ameaças e oferecer ferramentas, recomendações e, muito simplesmente, o conhecimento para que as empresas continuem operando e avancem sem medo.”

 

O Relatório Global de Ameaças Forcepoint para 2016 apresenta várias tendências técnicas e comportamentais, bem como orientações sobre as ameaças atuais de mais impacto para auxiliar os profissionais de segurança no planejamento de estratégias de ciberdefesa.

 

Os destaques do relatório incluem:

·         O conteúdo malicioso em emails aumentou 250% em relação a 2014, crescimento impulsionado principalmente pela incidência de malware e ransomware.

·         Os EUA hospedam mais sites de phishing que todos os outros países juntos.

·         O ransomware está focando em países, economias e setores em que as probalidades de pagamento de altos resgates são maiores.

·         Funcionários, operando de maneira maliciosa ou acidental, representam a maior ameaça para a segurança corporativa, mas essa é a área onde as companhias se sentem menos preparadas.

·         Técnicas avançadas de evasão estão ganhando força e, ao lado de múltiplos métodos como fragmentação de IPs e segmentação TCP, estão criando novos caminhos para contornar os controles de acesso, atacar watering holes e mascarar tráfego.

Os dados do Relatório Global de Ameaças Forcepoint para 2016 foram coletados e avaliados por meio da inteligência via Threatseeker® Intelligence Cloud, que trabalha 24x7x365 para detectar e fornecer visibilidade das ameaças mais recentes. A equipe Forcepoint fornece a interpretação técnica dos dados, com pesquisadores e engenheiros na Europa, Oriente Médio, Ásia e América do Norte realizando entrevistas e investigações para examinar as atividades e os impactos dos ataques em toda a Cadeia de Ameaças. 

Visite www.forcepoint.com/threatreport para baixar o Relatório Global de Ameaças Forcepoint para 2016. Para atualizar-se nas investigações em curso, siga o blog do Forcepoint Security Labs: https://blogs.forcepoint.com/security-labs.

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