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Redes sociais no ambiente corporativo: empresas aperfeiçoam o uso

O uso de mídias sociais no ambiente corporativo sempre foi um assunto que rendeu polêmicas. No início, a primeira reação da maioria das empresas foi de proibir o acesso, com o argumento de que desviavam a atenção dos funcionários. Com o passar do tempo, no entanto, as plataformas do gênero passaram a fazer parte, cada vez mais, das estratégias de comunicação e relacionamento e o foco de preocupação das organizações mudou. A discussão atual é: como permitir o uso das mídias sociais no dia a dia sem que isso implique em riscos para a segurança das informações e reputação das empresas?

“Fechar completamente o acesso é uma atitude superada, mesmo porque, além do uso das mídias sociais nas estratégias corporativas, há os smartphones e tablets presentes no cotidiano do ambiente de trabalho. O desafio é o de justamente aliar uma política transparante de utilização das plataformas com ferramentas de segurança tecnológica para que as informações e a reputação da empresa sejam preservadas”, ressalta Dino Schwingel, CEO da E-TRUST, uma das principais empresas de segurança da informação do país.

A política de uso das mídias sociais, para o executivo, deve seguir os seguintes passos em uma empresa: 1. Implantar normas de conduta e autorizações; 2. Controlar estas normas definidas; 3. Definir, por meio de uma ferramenta de segurança digital, com será o acesso às mídias sociais. “As normas são importantes pois registram, de forma transparente, como os funcionários devem  tratar as informações e a imagem da organização. Algumas empresas, por exemplo, orientam seus funcionários a evitarem a postagem de fotos com o uniforme de trabalho fora do expediente”, explica.  

Após a implantação e consolidação das normas de conduta, o CEO da E-ETRUST destaca que a empresa deve investir na implantação de recursos tecnológicos que permitam o gerenciamento do acesso às mídias sociais. “Há atualmente a solução Next Generation Firewall, que desenvolvemos no Brasil em parceria com a norte-americana Palo Alto e que pode ser aplicada em empresas de qualquer porte”, afirma  Dino Schwingel. O custo de licenciamento para uma organização com 50 funcionários, por exemplo, é de aproximadamente R$ 20 mil.

A diferença da solução Next Generation em relação ao firewall tradicional é que funciona de forma mais simplificada. O administrador pode disciplinar o acesso a uso de determinados recursos das mídias sociais (permitir o acesso ao Facebook Corporativo, mas bloquear o Facebook Jogos, por exemplo) sem a necessidade conhecer a porta TCP ou endereço IP de um serviço. “Com regras e ferramentas eficientes de gestão, as empresas podem utilizar de forma saudável e estratégica as mídias sociais”, completa o CEO da E-TRUST.

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