Conclusões do HPE Enterprise Security Summit para o setor financeiro

A Hewlett Packard Enterprise (HPE) realizou, no dia 18 de fevereiro de 2016, a primeira edição do Enterprise Security Summit – Financial Industry, evento no qual os executivos de algumas das mais importantes instituições financeiras do País discutiram temas relacionados à segurança digital com foco na indústria financeira, trazendo para a conversa as tendências que estão sendo debatidas globalmente e as particularidades dos negócios de cada agente do segmento.

Esta primeira edição do encontro foi mediada por Marcelo Câmara, Gerente de Inovação em Segurança do Banco Bradesco, e contou com a participação de Gastão Mattos, CEO da Braspag, Renato Wada, Diretor de Segurança da Fidelity Processadora e Serviços, Leonardo de Andrade, Local Information Security Officer do Banco Volkswagen, e do consultor de segurança Eduardo Cabral.

Por parte da HPE, participaram Paulo Veloso, Diretor de Desenvolvimento de Negócios para América Latina da Hewlett Packard Enterprise Security Products, Eduardo Vianna, Product Marketing Manager da Hewlett Packard Enterprise Security Products para América Latina, e Gabriel Catropa, CTO da Hewlett Packard Enterprise Services.

Luciano Corsini, presidente da Hewlett Packard Enterprise Brasil, disse que “poucas vezes é possível, em nosso mercado, contar com a participação de profissionais tão qualificados em debates deste nível. A beleza de uma discussão como essa é colocar em foco a segurança sob o ponto de vista estratégico e sob o ponto de vista dos negócios. Os profissionais que participaram do 1o Enterprise Security Summit – Financial Industry são parte de uma indústria que é privilegiada neste assunto, que sempre puxou a tecnologia e exigiu soluções que suportassem operações bancárias e financeiras com segurança. Se há uma indústria em que isso é sensível, é a indústria financeira. Infelizmente, este padrão não é a tônica no mercado. Há muitos setores que ainda aprendem pela dor. Recentemente, na OEA, um especialista estimou que os prejuízos anuais relacionados a problemas de segurança chegaram a US$ 400 bilhões em 2015. Por isso este é um assunto de board, não apenas de tecnologia. E muita gente não reconhece isso. É preciso valorizar o tema e levar entendimento e compreensão para outras áreas. Isso deve se transformar em investimento no futuro, mas antes há a discussão, que deve se tornar cada vez mais forte.”

O documento com as conclusões do encontro está em

https://drive.google.com/open?id=0B02UK-2jU3Z6b0p4Mk1JU0lqRnZSNHhNTEgtcEZPTUtrcVpF

 

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